23 filmes sobre a República Velha, 1889 a 1930

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Movimentos sociais e políticos da República Velha inspiraram filmes e documentários, alguns deles ganhadores de prêmios internacionais.

Adaptações de romances consagrados para as telas também ganharam destaque em produções que reconstituem cenários urbanos ou rurais da primeira metade do século XX. Entre tantas opções, incluindo remakes, sugerimos ao professor distribuir um filme para cada grupo de alunos e, depois, promover um debate confrontando versões sobre um mesmo acontecimento ou período histórico.

Obs.: As sinopses foram extraídas do catálogo da Cinemateca Brasileira. Os filmes indicados no YouTube podem ter sido retirados por questão de direitos autorais. Neste caso, é necessário refazer a busca na Internet. Filmes mais recentes podem ser encontrados em locadoras, cine-clubes e na Netflix.

 CLIQUE NO TÍTULO PARA VER O FILME. 

01 – Policarpo Quaresma, herói do BrasilDireção de Paulo Thiago. Brasil, 1988.

 02 – Fitzcarraldo. Direção de Werner Herzog. Alemanha, 1982.

 03 – A chacina dos coronéis. O tronco. Direção de João Batista de Andrade. Brasil, 1999.

04 – Libertários. Direção de Lauro Escorel Filho. Brasil, 1976.

“Quem de três tira noventa, adivinha quanto fica/essa conta é que atormenta/que enferma e mortifica/os pobres dos proletários/nesse jogo de entre mês/ ganham 6 mil reis diários/gastam 300 por mês/ganham 6 mil reis diários/gastam 300 por mês/custa casa cento e tantos/o sapato custa trinta/roupa nem se sabe quanto/o vendeiro não se finta/médico, farmácia, pouca/ou bastante, mas é ali,/só mesmo ficando louco/com pensão no Juqueri/a feira só para os ricos/o armazém para os ricaços/ se houvesse ao menos um bico/ tivéssemos quatro braços/ trabalhava-se o dia inteiro/ à noite caísse no chão/ essa vida sem dinheiro/ não é de homem é de cão/ essa vida sem dinheiro/não é de homem é de cão”.

 05 – Chapeleiros. Direção de Adrien Cooper. Brasil, 1983.

Obs.: Os documentários “Chapeleiros” e “Libertários” foram reunidos em DVD pelo Instituto Moreira Salles. Acompanha livreto ilustrado com textos de Carlos Augusto Calil, da USP, e Michael M. Hall, da Unicamp. Tem, ainda, dois documentários extras – “Reminiscências de um projeto” e “Filmando Chapeleiros” que contextualizam essa ousada experiência de cinema proletário.

06 – Colônia Cecília. Uma história de amor e utopia. Direção Guto Pasko. Brasil, 2011.

07 – La Cecilia, une commune anarchiste au Brèsil. Direção de Jean-Louis Comolli. França/Itália, 1977.

08 – Menino de engenho. Direção de Walter Lima Jr.. Brasil, 1965.

09 – Fogo morto. Direção de Marcos Faria. Brasil, 1976

O Cinema Novo, nascido na década de 1950 em um grupo de jovens cineastas, propunha o rompimento com os modelos ditados por Hollywood e a criação de um cinema que retratasse a realidade social e cultural do país e fosse a expressão de uma identidade nacional. Sob o lema “uma câmara na mão e uma ideia na cabeça”, os entusiastas do Cinema Novo utilizavam cenários simples, poucos recursos visuais preferindo o filme em preto e branco que permitia maior contraste e jogo de sombras.

11 – Baile perfumado. Direção de Paulo Caldas e Lírio Ferreira. Brasil, 1996.

12 – Corisco e Dadá. Direção de Rosemberg Cariry. Brasil, 1996.

13 – O cangaceiro. Direção de Lima Barreto. Brasil, 1953.

14 – O cangaceiro. Direção de Anibal Massaini Neto. Brasil, 1997.

15 – Canudos. Direção de Ipojuca Pontes. Brasil, 1979.

 16 – Paixão e guerra no sertão de Canudos. Direção de Antônio Olavo. Brasil, 1993.

 17 – A matadeira. Direção de Jorge Furtado. Brasil, 1994.

18 – Guerra de Canudos. Direção de Sérgio Rezende. Brasil, 1997.

 20 – A Guerra dos Pelados. Direção de Sylvio Back. Brasil, 1971.

21 – Abril despedaçado. Direção de Walter Salles. Brasil, 2001.

22 – Eternamente Pagu. Direção de Norma Bengell. Brasil, 1988.

23 – O País dos Tenentes. Direção de João Batista de Andrade. Brasil, 1987.

Sair da versão mobile